Agop Guzelian (Presidente Altino) - Antiga Rua Hipólito da Silva
Agop nasceu em 1° de janeiro de 1890 na cidade de Sis (região tomada pelos turcos otomanos). Filho de Ohanes Guzelian e Mairam Guzelian, casou-se com Zabel Guzelian. Era pai de Harutiun, Karnik, Hadji e Yesapet, que nasceram na Turquia. Sarkis, Manuk e Ossanik nasceram no Brasil. A família veio para o Rio de Janeiro em 1923 e três anos depois para Presidente Altino. Em Osasco, Agop instalou armazém de cereais na antiga avenida Armênia, alterada para rua Víctor Meirelles e hoje novamente rua Armênia. Teve armazém também na rua Erasmo Braga e na rua General Barretos de Menenzes. Foi um dos fundadores da Igreja Armênia de Presidente Altino (a primeira em solo brasileiro), juntamente com os pioneiros do bairro: Sanazar Mardiros, Dicran Echeferian, Zefri Magdesian e outros. Colaborou com assuntos relacionados às escolas, atividades sociais, culturais e foi presidente da Igreja Apostólica Armênia. Ajudou diversas famílias armênias para adquirir terras em Presidente Altino. |
Breve Histórico
Alberto Martins Moita foi sócio fundador do Rotary Clube de Osasco – atual distrito 4610 - Foi o primeiro vice-presidente do clube em 1959 ano da fundação. No ano seguinte ele foi o presidente do clube - gestão 1960/61 Sua esposa Dona Lurdes nesta gestão realizou um grandioso baile que teve a sua arrecadação revertida para o hospital do câncer em São Paulo. Caso algum parente possa ajudar com mais informações de sua biografia enviar para o e-mail hagopk@uol.com.br |
Breve Histórico
Analice Sakatauskas, Nasceu na cidade de Pompéia, interior de São Paulo, em 1939. Chegou a Osasco em 1953 e tinha o costume de visitar casas de pessoas humildes e pobres, bem como hospitais. Tudo com a finalidade de fazer orações e oferecer uma palavra amiga. Ao mesmo tempo, era funcionária da RCA-Victor, importante indústria fonográfica da época, instalada bem próxima a Osasco, no bairro do Jaguaré. Em 1958, Analice sofreu um grave acidente com sua bicicleta, o que causou sua morte. |
Breve Histórico
André Rovai, Nasceu na Itália, em (1867). Chega a Osasco, juntamente com seu irmão mais velho, Leonildo Rovai, instalando-se na rua que hoje leva o se nome. Foi uma das primeiras olarias da região, que forneceu matéria-prima para muitas construções da cidade. Em alguns casos, como o da construção da igreja Nossa Senhora do Bonfim, Rovai doou tijolos afim de que a obra pudesse ser finalizada. Voltou para a Itália em 1927, onde morreu de uma gripe aos 60 anos. |
Breve Histórico
Antônio Giuseppe Agu foi o fundador da Vila Osasco. Em 1872, veio da Itália para o Brasil, onde permaneceu na cidade de São João de Capivari por 14 anos. Em seguida, resolveu se deslocar para a cidade de São Paulo, que já era uma grande metrópole. Nela, comprou uma gleba de terras que beirava uma linha de trem, onde construiu uma olaria. Posteriormente, construiu também uma estação de trem, que foi doada à Estrada de Ferro Sorocabana, sob a condição de que ela fosse batizada com o nome de sua cidade natal, na Itália: Osasco. A partir disso, vários outros imigrantes foram se alojando em volta da estação, que trazia o progresso para aquela pequena e afastada vila da cidade de São Paulo. |
Breve Histórico
Ainda não consegui informações - no aguardo de algum familiar poder colaborar |
Breve Histórico
José Rosa nasceu em Petrópolis, no Rio de Janeiro em 1846, na fazenda dos Coutos de Magalhães
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Como escravo, seus recursos para aprender a ler e escrever eram escassos. No entanto, os pedaços de baraúna improvisava o lápis para escrever no chão ou na casca de bananeira. Sua professora era a sinhá, que quando viajava para a cidade, trazia cartilhas novas que o escravo logo procurava ler. Com o tempo, o escravo conseguiu ler os jornais que o sinhô trazia para casa; como era muito trabalhador para seus senhores era considerado uma pessoa da casa. O movimento pela libertação era assunto em todos os jornais e José Rosa, acompanhava tudo o que era escrito sobre a abolição da escravatura por Joaquim Nabuco, José do Patrocínio e José Bonifácio. No dia 13 de maio de 1888, a nostalgia das senzalas foi trocada por uma alegria jamais vista. Todos os homens seriam livres para trabalhar onde quisessem e deviam receber pelo trabalho. Foi nesta etapa da vida que José Rosa resolveu vir para São Paulo e começou a trabalhar como oleiro na olaria de Pedro Cristi, bairro de Pinheiros. Lá ficou até 1900, quando veio para Osasco trabalhar na fazenda Carapicuíba, de propriedade do coronel Delfino Cerqueira. A sede ficava no alto do jardim das Flores onde hoje está a caixa d'água. Trabalhou na construção do Quartel de Quitaúna. Depois conseguiu se instalar em um terreno no bairro do Munhoz Jr., que pertencia ao Estado. E costumava argumentar: “aqui, o barro é muito bom e eu continuo a fazer tijolos. Assim não esqueço da minha profissão". Zé Rosa morreu em 1976 em Osasco aos 130 anos como a pessoa mais velha do Brasil. |
Breve Histórico
Antônio Menck era descendente de alemães e veio de Tatuí (interior paulista) para Osasco em 1919. Sua principal atividade era a compra e venda de suínos. Anos após se instalar no município, fez sociedade com Abílio Barros e fundaram a Menk, Barros e Companhia Ltda. No princípio, foi contra a emancipação da cidade, mas depois mudou de idéia e passou a lutar pela sua autonomia. Morreu em 1968. |
Breve Histórico
Batista de Azevedo nasceu em 07/09/1917, em Santa Rita do Passa Quatro. Era filho de: José Antônio de Azevedo e Tereza Summa de Azevedo Era neto de portugueses e italianos da Sicília Chegou em Osasco em 1949, quando foi inaugurado o Banco Central de Crédito (hoje Itaú). Foi Gerente do banco desde sua inauguração em 1949 até 1960. Quando chegou a Osasco, morou na Rua Maetinga (hoje Salem Bechara) depois mudou-se para o prédio onde era o banco na Av João Batista esquina com a rua Josefina (hoje rua Batista de Azevedo) Casado com Marieta Basile de Azevedo (hoje com quase 93 anos) com quem teve três filhos: Nicolau, Maria Tereza e Nilton Era muito bem relacionado com o comércio e a indústria de Osasco, e lutou muito pela emancipação. Seu hobby era a pescaria. Era sócio remido do extinto Clube de Regatas Tiete onde praticou esgrima e remo. Aqui em Osasco, era sócio da A.A. Floresta. Faleceu em 23/11/1960, aos 43 anos de um infarto fulminante. Mensagem enviada por e-mail do ex-vizinho e amigo Nicolau Azevedo a quem agradeço imensamente pelo envio das fotos e histórico de mais um ilustre cidadão que empresta seu nome a uma rua de Osasco |
Breve Histórico
Benedito Alves Turíbio nasceu em 28 de Março de 1902, na cidade de Anápolis, Goiás. Fez o curso primário na cidade natal e prosseguiu os estudos em Uberabinha, hoje Uberlândia, estado de Minas Gerais. Entrou o para o Exército Brasileiro e participou das revoluções de 1924, 1930 e 1932, sendo portanto Soldado Constitucionalista. No exército chegou a segundo sargento e aproximadamente no ano de 1926 foi transferido para o quartel de Pindamonhangaba, onde após o expediente fazia curso de guarda-livros e trabalhou como tal na Casa de Armarinho Dois Irmãos, que existe lá até hoje. No ano de 1927, nessa mesma cidade, casou-se com Aparecida Moreira César e com ela teve cinco filhos, dois deles falecidos ainda bebês. Em 1933 foi transferido para o quartel de Quitaúna, em Osasco, onde ficou até dar baixa. Neste período inaugurou um pequeno armazém de secos & molhados na rua das Cabras, hoje rua São Maurício, no Km 18, Osasco. Por volta de 1938 transferiu o comércio para a Estrada de Itu, 11201, atual Avenida dos Autonomistas, prosperando muito e ali mesmo, mais tarde construiu o Auto Posto Turíbio. Na década de 40, grande amante de terras, comprou inúmeras propriedades no Jardim Santo Antonio, inclusive uma grande gleba a qual chamou de Sítio São João. Em outubro de 1947 ficou viúvo e em 1950 casou-se novamente com Jenny Galvão de França e com ela teve três filhos, um já falecido, Eduardo Carlos França Turíbio. Benedito Alves Turíbio foi um grande aliado na luta para a emancipação de Osasco, esforçando-se e se dedicando muito para essa causa. No ano de 1964 loteou o Sítio São João, dando origem assim ao Jardim Turíbio. Em homenagem a ele, nesse mesmo bairro, deram o seu nome a uma grande avenida e também o patronato da Escola Municipal Benedito Alves Turíbio. Faleceu no dia 03 de Outubro de 1970, no Km 18, Osasco, cidade onde criou e educou os seus filhos. Fonte: Breve relato da vida de Benedito Alves Turíbio por Andréa Turíbio Cedano Lopes - 23/08/2005 |
Breve Histórico
Carmo Caracho, nasceu na cidade de Jaú em 26/11/1895. Casou - se com Maria Alves Pereira Caracho , morou em uma fazenda com sua esposa e filhos chamada fazenda Jamaica, onde trabalhava de carroceiro. Os filhos são: João Caracho, Carmo Caracho Filho, Ovídio Caracho, Benedita Dirce Caracho... todos nascidos em Jaú. Veio de Jaú para Osasco com toda família em 1942 onde veio a morar em Presidente Altino. Vendeu sua casa em Jaú e comprou 2 terrenos na antiga avenida 3 que hoje é a Dom Pedro I. Trabalhou em Osasco na metalúrgica Soma. Onde ficou doente e nunca mais ficou bom até falecer em 03/11/1964. Conta os familiares que foi uns dos primeiros a comprar lotes na avenida Dom Pedro I. |
Breve Histórico
Clorinda Rinaldi Mazzo Nasceu em Nápoles / Itália em meados de 1.888. Veio para o Brasil em 1901 e morou em Itatiba e Lutécia antes de chegar em Osasco. Casou com Antônio Mazzo e veio com a sua família para a cidade de Osasco em junho de 1950. Morou numa casa na região da Igreja Santo Expedito, que antes era chamada de Capela da Fazenda no Jd. D'Abril. Exerceu a função humanitária de parteira por muitos anos em Osasco. Em muitos lugares da região não existia energia elétrica, e ela, com o seu coração bondoso, pegava o lampião, e seguia o seu brilhante trabalho de trazer mais um cidadão osasquence ao mundo. Esse trabalho era feito com muito amor e dedicação. Exercido, as vezes nas madrugadas, sob chuva e frio. Ainda hoje encontramos alguns cidadãos osasquences acolhidos pelas mãos gentis de Dona Clorinda como, Paulo Ponzetta e seu irmão Larin Ponzetta. |
Breve Histórico
Dante Battiston nasceu em Taglio di Pó, província de Rovigo, Itália, a 8 de março 1879. Veio para o Brasil aos 20 anos de idade, acompanhando o pai e irmãos, seguindo para a cidade de Araras, no interior paulista. Era especialista em montagem de máquina e aprimorou suas habilidades na Alemanha e Suíça. Casou-se em Araras, com Antonieta Casellato. Posteriormente, mudou-se para a cidade de Limeira/SP e passou a montar máquinas de fósforos. Em 1929, veio para Osasco com a família, residindo no Chalé Brícola, onde hoje está o museu Dimitri Sensaud de Lavaud. Foi contratado pela empresa Alves e Reis, fabricante dos fósforos "Granada" e "Dominó". Montou as máquinas da fábrica e chegou a Gerente, cargo que ocupou até o fim de sua vida. |
Breve Histórico
Em 7 de janeiro de 1910, o inventor Dimitri Sensaud de Lavaud conseguiu realizar um vôo de 103 metros a uma altura que variou entre 2 e 4 metros, em apenas 6 segundos. Ele havia se proposto a construir e fazer voar um aeroplano. A rampa por ele utilizada ficava à esquerda de onde hoje está a Rua João Batista, no centro da cidade. Jornais como "O Estado de São Paulo" registraram a experiência: “O primeiro vôo com um aparelho mais pesado que o ar neste lado do mundo”. Por esse motivo, Osasco é considerado o berço da aviação na América do Sul. O monoplano levou o nome de "São Paulo" e foi exposto no Polyteama (cinema do bairro paulistano do Brás). |
Breve Histórico
Fortunato Antiório era filho de comerciante, nasceu em 29 de maio de 1920, na cidade de Ituverava, onde cursou o primário com distinção. Mesmo enquanto estudante montou uma escola na rua Amado, da qual se tornou diretor e iniciou sua carreira no magistério. Em 1942, começou a namorar Mirinha Figueiredo, que era sua aluna da 4 ° série. Casaram-se no ano seguinte tendo desta união dois filhos: José Antônio Figueiredo Antiório e Rosângela Figueiredo Antiório. Na cidade de Alfenas, Fortunato Antiório cursou a Faculdade de Odontologia e Farmácia, passando a fazer jus ao apelido de “Doutor” que lhe dera o pai. Após sua formatura, lecionou prótese buco facial nesta mesma faculdade. Iniciou na profissão de dentista em Osasco em 1949, instalando seu consultório na rua Antônio Agu. Foi presidente da mesa nas eleições para a emancipação do município. Foi professor no Colégio Misericórdia e no Seminário São Gabriel onde também exerceu a função de dentista, além de professor no Ceneart. |
Breve Histórico
Fuad Auada aos 17 anos veio para Osasco e montou, na Rua da Estação, o primeiro supermercado da cidade. Em seguida, na mesma rua, montou uma das primeiras lojas de calçados, chapéus, bolsa e tecidos. Posteriormente, montou também o depósito "Norma" de materiais de construção, na Rua Dona Primitiva Vianco. Começou a trabalhar com extração de areia, transformando-se num dos maiores vendedores de areia do estado. Em 1960 naturalizou-se brasileiro. Durante a luta da emancipação, foi o primeiro a ir para Brasília, defender os interesses da cidade. Na primeira e segunda vez, não teve êxito. Porém, na terceira, trouxe em mãos o protocolo do Supremo Tribunal Federal, que reconhecia a emancipação osasquense. Candidatou-se a prefeito, mas perdeu para seu primo Hirant Sanazar. Morreu em 22 de outubro de 1973, em Osasco. |
Breve Histórico
Gen Hasegawa, nascido em Tottoi – Japão aos 12 de Novembro de 1905. Transferiu-se para o Brasil em 07 de dezembro de 1921, fixando residência inicialmente na rua Brejão, hoje Alvares Machado, na Alta Sorocabana, desenvolvendo a profissão de agricultor no cultivo do café. Continuou exercendo a profissão até 1934, onde passou a ser comerciante de compra de algodão, em razão da crise do café. Nesta profissão ficou até 1946, quando retornou a ser agricultor. Em 1951 voltou a atividade do comércio, tendo abandonado os negócios em 1953, quando veio para Osasco. Foi ativo colaborador do Nippak Shimbun. Em nossa cidade participou de diversas Associações japonesas, dentre elas como Diretor da A.C.E.N.B.O. – Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira de Osasco. Era casado com a senhora Takeko Hasegawa e deixou os filhos Antonio Hasegawa, Julia Ozaki, Shiguel Hasegawa, Neuza Takako Kimura, Eliza Setuko Ferreira, Madalena Eiko Hasegawa, Marina Hiroko Hasegawa, Otávio Kiyoshi Hasegawa e Paulina Sumiko Hasegawa Caporali. além de 16 netos. Faleceu aos 19 de junho de 1978, em nossa cidade. |
Breve Histórico
Ignês era filha de João Collino, nasceu a 16 de janeiro de 1899, na Rua da Estação, no mesmo local onde funcionou o Cinema Osasco, fundado por seu pai. Herdou de seu pai o entusiasmo e amor pela sua terra. Dedicou a vida em prol de sua família e sua comunidade, ajudando aos mais necessitados e se orgulhava de pertencer à Irmandade Católica da Paróquia Santo Antônio, trabalhando em todas as quermesses da Matriz. Foi uma das grandes lutadoras pela autonomia de Osasco. Participou ativamente, ao lado de outros integrantes da família Collino, das reuniões que tratavam das causas emancipacionistas, ganhando o título de “Autonomista”. |
Breve Histórico
João Batista era filho do líder político Coronel Júlio de Andrade e Silva. Em janeiro de 1920, João Batista, estudante da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, estava em férias na casa de seus pais, em Osasco. Acompanhado de seu pai, foi à estação Osasco aguardar o trem que os levaria para São Paulo. Foi quando um homem se aproximou e disparou vários tiros em direção a eles. Foram baleados. João Batista faleceu e os outros dois ficaram feridos. Isto aconteceu em 8 de janeiro de 1920. Nesta época, havia disputas políticas acirradas e suspeitou-se do concorrente político de seu pai, o Coronel Delfino Cerqueira, como o mandante do crime. Mas nada foi comprovado. |
Breve Histórico
O italiano João Collino só recebeu esse nome quando se naturalizou brasileiro. Nasceu como Giovanni Collino a 22 de julho de 1867, na Província de Torino, Itália, filho de Lourenço Collino com Amonita Maria Anastácia. Chegou ao Brasil em 1889, com 22 anos e fixou moradia em Osasco. Primeiro em uma hospedaria pública chamada "Cocheiras", localizada entre a Rua Salem Bechara e Av. dos Autonomistas. Em seguida, morou na Rua da Estação. Em 1890, naturalizou-se brasileiro e, com o tempo, passou a ser conhecido como João. Casou-se com Ana Felicidade Morino e teve cinco filhos. Trabalhou lado a lado com Antônio Agu, contribuindo para o desenvolvimento da região. Como balseiro (a primeira balsa, que ligava o Centro à Vila São José), transportava mercadorias, alimentos, veículos e moradores. Collino foi agente dos Correios entre 1905 e 1918. Com freqüência, ia ao Centro de São Paulo para tratar de negócios e, a pedido de amigos e moradores, levava documentos para registro em cartórios dos bairros da Lapa ou Pinheiros. Também fazia serviços de mecânica e carpintaria: produzia caixões mortuários para o cemitério local. Juntamente com Pedro Michelli e Antônio Pignatari, foi proprietário do pioneiro Cinema Osasco, sito à Rua da Estação. Funcionou entre 1916 e 1950. João Collino morreu em 1943. |
Breve Histórico
João Crudo nasceu a 15 de abril de 1890 na Calábria, Itália, chegando ao Brasil com cinco anos de idade. Formou-se empreiteiro de obras, atividade que exerceu por mais de 30 anos. Construiu o posto de gasolina "Guarany", na antiga Estrada de Itú, o segundo posto de Osasco. Até os dias atuais há um posto de gasolina neste local, situado na esquina da Av. Autonomistas com a R. João Crudo. Crudo foi fornecedor de lenha para a Indústria Cerâmica Hervy, que iniciava suas atividades. Costumava ainda transportar pedras em uma carroça. Em 27 de março de 1915, com 25 anos, casou-se com Carmela Viccari e teve 12 filhos, 25 netos e 3 bisnetos. João Crudo recebeu o Título de Cidadão Osasquense em 15 de abril de 1969. Morreu no dia 17 de abril de 1971, aos 81 anos. |
Breve Histórico
A professora Josefina Carvalho Gagliardi empresta seu nome para uma rua que fica na Vila Osasco. Ela nasceu em 6 de fevereiro de 1902, na rua André Rovai, filha de Manoel Carvalho e Henriqueta Guidi Carvalho, ele espanhol e ela italiana. Josefina dedicou sua vida a ensinar. Para isso, transformou o armazém da família em escola. Estudar na sua época era um privilégio e posteriormente procurou ensinar o que aprendeu. Depois que organizou a escola, Josefina foi obrigada a prestar exame para receber a prática de licenciatura. Essa professora foi a primeira mulher na cidade a providenciar o título de eleitor. Casou-se com Paschoal Antônio Gagliardi e foi mãe de Nicola Gagliardi e faleceu em 31 de agosto de 1974. |
Breve Histórico
Leonardo Rodrigues Nogueira Filho, nasceu em 09 dezembro de 1920 em Analândia - interior de São Paulo e faleceu em 10 de março de 1977, com 56 anos de idade. Casado com Zida Dória Nogueira - professora e teve 3 filhas. Foi Contador e trabalhou na Prefeitura de Osasco, convidado pelo 1º prefeito - Sr. Hirant Sanasar. Prestou concurso e foi nomeado em 11/02 de 1963, onde trabalho até sua morte, na gestão do Prefeito Francisco Rossi, em 1977. Foi um grande batalhador pelas melhorias da cidade, foi emancipador, fazia parte de várias entidades, inclusive da Maçonaria. Fonte: Agradecimento a amiga e filha do ilustre homenageado a Cecilia M.D.N.Moreira que enviou estas informações |
Breve Histórico
Manuel Luís Osório, Marquês do Herval (Nasceu em Conceição do Arroio, 10 de maio de 1808 - Faleceu no Rio de Janeiro, 4 de outubro de 1879) foi um general, político e monarquista brasileiro. De praça do Exército Imperial aos quinze anos de idade, galgou todos os postos da hierarquia militar de sua época, mercê dos atributos de soldado que o consagram como "O Legendário". Participou dos principais eventos militares do final do século XIX, sendo herói da Guerra da Tríplice Aliança. É o patrono da Arma de Cavalaria do Exército brasileiro (1962). |
Breve Histórico
Narciso Sturlini nasceu em Toscana, na Itália, em 1855, veio para o Brasil em 1888, acompanhado de mulher e de três filhos. Era artesão especializado e queria instalar no Brasil uma fábrica de papelão. Ao vir para Osasco, adquiriu seis alqueires de terra de Antônio Agu. Fabricou tijolos, construiu edifícios e galpões, abriu estradas para promover meios de locomoção e montou, peça por peça, da primeira máquina de fabricar papel da América do Sul. Fundou a fábrica "Cartiera", que atualmente é conhecida por Adamas do Brasil S/A. Mantinha em sua fábrica um armazém de abastecimento e uma escola para alfabetização de seus operários e seus filhos. Morreu em 1918. |
Breve Histórico
Nathanael Tito Salmon nasceu em Curitiba em 16 de janeiro de 1905, filho de Virgilio Melo Salmon e Amélia Agner Salmon. Fez curso primário na Escola Americana de Curitiba e, na mesma cidade, completou o ginasial na Escola Republicana, ingressando depois no Instituto Comercial do Paraná, onde em 17 de dezembro de 1922 recebeu o diploma de contador.
Iniciou sua carreira profissional em Curitiba. Depois mudou-se para Sangés também no Paraná e depois para a cidade paulista de Itararé. Em 1924, foi convidado a organizar a empresa Antônio Menk e Irmão, em Osasco, voltando para Itararé em 1926, onde se casou em 15 de setembro de 1928 com Maria Luiza Dias Salmon. Deste matrimônio nasceu Lourenço Tito, que se casou com Maria Teresa Zilli Salmon. Em 1940, Nathanael foi convidado a organizar a empresa Menk, Barros & Cia Ltda, com sede na cidade de Osasco, onde passou a morar com sua família. Ocupou por muito tempo o cargo de sócio-diretor-administrativo da Empresa Industrial Everest de carnes Ltda. Foi sócio fundador do Rotary Club de Osasco Na velhice dedicou-se a plantar hortaliças e flores. Foi um grande amigo da leitura e um grande fotógrafo amador. Nesta época de sua vida também se dedicou a filatelia, chegando a fazer parte de entidade filatélica. Morreu a 12 de julho de 1965. |
Breve Histórico
Pedro Fioretti Farmacêutico e juiz de paz, Pedro Fioretti nasceu em 1885 na região de Macerata, ao leste da Península Itálica. Morou em Buenos Aires e logo depois veio pra o Brasil. Formou-se em 1918 pela faculdade de Pindamonhangaba e a partir de então passou a ser responsável por sua farmácia. Em 1925 tornou-se juiz de casamento e ocupou este cargo até 1938. Foi um dos primeiros profissionais de farmácia que usou a penicilina descoberta em 1928. Recebeu o Titulo de Cidadão Osasquense em 1967, em razão dos inestimáveis préstimos oferecidos ao município. Morreu em 1968. |
Breve Histórico
Primitiva Agu Vianco era italiana, nascida em 1872 e filha de Antônio Agu, fundador da cidade. Morreu com apenas 17 anos, logo depois de dar a luz à Giusephina Vianco. A primeira via de acesso da Vila Osasco recebeu seu nome, em homenagem à jovem que costumava acompanhar com interesse e dedicação às atividades de seu pai. |
Breve Histórico
Viaduto Reinaldo de Oliveira (Centro) Conhecido como “Viaduto Metálico”, dá nome a um dos primeiros dentistas da Vila Osasco. Foi por três vezes presidente da tradicional Associação Atlética Floresta, idealizou a Sociedade Amigos do Distrito Osasco e foi o primeiro presidente do Movimento Autonomista de Osasco, que visava a emancipação política da cidade. Recebeu o título de Patriarca da Emancipação. Faleceu em 22 de setembro de 1991. |
Breve Histórico
De acordo com vários registros, Santo Antônio nasceu na cidade de Lisboa (Portugal) em 1196. É o padroeiro de várias localidades, entre elas a Cidade de Osasco. Seus santuários, basílicas e pequenas capelas são venerados por fiéis de todas as camadas sociais. Ficou conhecido como Santo Antônio de Pádua porque trabalhou nesta cidade italiana e lá está enterrado. Uma curiosidade é que Santo Antônio foi batizado recebendo o nome de Fernando. Em 1210 passou a estudar com os Cônegos de Santo Agostinho em Lisboa. Em 1219 foi ordenado Sacerdote. Era franciscano, viveu anos de retiro em hermitério, sendo o primeiro professor de Teologia dos Frades, a pedido de São Francisco. Foi pregador e evangelizador e arrastou multidões na Itália e na França. Morreu em 1231 na periferia de Pádua, na Itália. |
Breve Histórico
Pouca gente sabe quem foi o Visconde de Nova Granada, personalidade historicamente relevante
que empresta seu nome a importante avenida em Osasco.
José Alves Barreto, o Visconde de Nova Granada, nasceu muito longe de nossa cidade, num ambiente bucólico, muito pouco favorável à agricultura e cuja fonte principal de subsistência, até meados do século XIX, era o pastoreio e a artesania em lã; um vilarejo conhecido como Castanheira da Pêra, em Portugal. José Alves Barreto nasceu no dia 5 de março de 1859, filho de Manuel Alves Barreto e Águeda Henriques dos Santos. Foi nessa região afastada dos grandes centros que José Alves Barreto nasceu, cresceu e foi educado. Com o aumento da população e o estabelecimento de industrias, muitas necessidades se tornaram evidentes, e a construção de um hospital foi uma urgente premência, que teve em José Alves Barreto um dos seus principais impulsionadores, não só ao lançar a ideia de sua construção, como também como colaborador da obra com um importante aporte de 5 contos de reis em moeda forte. As obras de tão desejada casa de saúde foram iniciadas em 1896 e sua inauguração se deu em 15 de julho de 1901. José Alves Barreto veio para o Brasil ainda jovem, aos 16 anos em 1875 aqui se estabeleceu, aos 22 anos em 1881 muda para São Paulo e faz parte da firma J. Aguiar & companhia. Após alguns anos +/_ 1886 volta a Portugal para tratar da saúde. De volta a São Paulo. Agora casado com Ana Miquelina, mulher abastada e dona de uma propriedade denominada Nova Granada. Juntamente com seu conterrâneo Adriano Henrique dos Reis, fundou a fábrica de fósforos Granada que iniciou as montagens de suas maquinas entre 1929 e 30 pelas mãos do Engenheiro Dante Battiston contratado pela indústria, que veio para Osasco com a família, residindo no Chalé Brícola, onde hoje está o “museu” Dimitri Sensaud de Lavaud - Dante Battiston montou as máquinas da fábrica e chegou a Gerente, cargo que ocupou até o fim de sua vida. José Alves Barreto foi também diretor presidente das empresas componentes do Grupo Granada: Industrias Alves & Reis S.A., Barreto Keller – Industrias Eletrônicas S.A. e Casa Rodrigues Netto de Ferragens S.A. Foi também presidente da CIFOS (Centro das Indústrias de Fósforos do Brasil). Investindo na agricultura, principalmente na cultura cafeeira - na época o café era o produto de maior exportação do Brasil -, Alves Barreto se tornou um homem rico e sempre se preocupou com as necessidades dos menos favorecidos, tanto que se tornou grande benemérito não só no Brasil como em Castanheira da Pêra, Portugal, sua terra natal, onde colaborou muito em áreas da saúde e da educação. Graças a essas nobres atitudes, D. Carlos, então rei de Portugal, lhe concedeu o título de Visconde, e em alusão à propriedade de sua esposa, o de Visconde de Nova Granada. Entre os grandes feitos de José Alves Barreto no Brasil, e especificamente em São Paulo, está sua ligação com a Beneficência Portuguesa, da qual foi presidente por mais de 25 anos. Por ter sido um dos maiores colaboradores do hospital Beneficência Portuguesa foi criado em sua homenagem a “Cruz de Honra” que representa essa sua grande benemerência. O Visconde e sua esposa não tiveram descendência e voltaram para Portugal, onde viveram seus últimos anos de vida. A avenida Visconde de Nova Granada, em Osasco, é uma homenagem a esse grande empreendedor e benemérito. José Alves Barreto faleceu em 14 de fevereiro de 1933 |
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